ESTE SITE DE NOTÍCIA E TAMBÉM CULTURA QUER A SUA PARTICIPAÇÃO AJUDE-NOS INFORMAR. FALE CONOSCO PELO TEL.CELULAR (43)988315508 OU PELO EMAIL:almir.saldanha@hotmail.com
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
BOM SUCESSO INVESTE TAMBÉM NA ARTE DA REPRESENTAÇÃO NO TEATRO.
domingo, 19 de setembro de 2010
A LANCHONETE e SORVETERIA TROPICAL encontra em nobre instalações com um local acolchegante, aliado ao bom atendimento do pproprietário JOÃO FANTIN e sua FAMILIA, e convida a todos para conhecer seu novo estabelecimento. A LANCHOENETE E SORVETERIA TROPICAL fica na rua José Pereira no Calçadão em BOM SUCESSO.









quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Carro que faz 43,36 km/l é um dos vencedores de prêmio de inovação
Modelo movido a etanol custaria US$ 20 mil para consumidor.
Outros dois veículos ultraeficientes elétricos foram premiados.
Do G1, com informações da Associated Press
Um modelo ultraleve que pode chegar a marca de 102 milhas por galão (o equivalente a 43,36 km/l), está entre os vencedores do Automotive X Prize, uma competição nos Estados Unidos para desenvolver veículos altamente eficientes.
O modelo Edison2's "Very Light Car No. 98" foi um dos ganhadores por seu uso inovador de materiais leves, aerodinâmica superior e custo de produção muito baixo. Oliver Kuttner, o idealizador do carro, disse que o seu preço final é de US$ 20 mil.
O "Very Light Car No. 98", com capacidade para quatro pessoas, é construído sobre uma estrutura de aço com a maior parte das peças de alumínio. Isso permite que o modelo tenha um quarto do peso de um carro de porte médio. O visual, em forma de gota, se assemelha mais ao de carros de corrida.
As 100 pessoas que participaram do desenvolvimento do projeto optaram por um motor que bebe etanol, ao invés de um modelo elétrico por causa do peso extra das baterias. De acordo com a equipe, as suas inovações na aerodinâmica e na utilização de materiais leves poderiam ser aplicáveis a qualquer tipo de veículo.
Agora a equipe está focada em tornar o carro mais acessível aos consumidores, sem aumentar o peso ou interferir na economia de combustível. Depois Kuttner procurará parceiros para viabilizar sua produção em série.
Os outros dois vencedores foram o Wave2, um carro elétrico de dois lugares que roda até 187 milhas (300 quilômetros) com uma carga, e o E-Tracer 7009, que faz 205 milhas (330 quilômetros) a cada recarga. De acordo com a X-Tracer Team, responsável pelo projeto do E-Tracer, o modelo estará disponível para os consumidores dos EUA no próximo ano.terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pelo 2º ano, Brasil lidera ranking de combate à fome
Relatório da ActionAid diz ainda que fome gera prejuízo de US$ 450 bilhões por ano em países em desenvolvimento.
BBC
O Brasil lidera, pelo segundo ano consecutivo, um ranking da ONG ActionAid que mede o progresso de países em desenvolvimento na luta contra a fome.
O novo ranking foi divulgado nesta terça-feira (14) no relatório Who's Really Fighting Hunger? (Quem realmente está combatendo a fome?), em que a ONG analisa os esforços em 28 países para combater o problema.
A ONG considerou o desempenho dos países em categorias como presença de fome, apoio à agricultura em pequenas propriedades e proteção social.
O Brasil é seguido por China e Vietnã. Em último na lista está a República Democrática do Congo.
Pequenas propriedades
Como em 2009, a ActionAid elogia as políticas sociais adotadas pelo governo federal para reduzir a fome no país, destacando os efeitos benéficos de programas como o Bolsa Família e o Fome Zero.
Entretanto, o relatório destaca o pequeno avanço do Brasil, em relação aos demais países emergentes estudados, na adoção de políticas de incentivo à agricultura em pequenas propriedades.
Nesse quesito, o documento coloca o Brasil na 26ª posição entre os 28 analisados, à frente apenas da República Democrática do Congo (27º colocado) e de Guatemala (28º).
"O governo (brasileiro) começou a investir muito mais na agricultura em pequenas propriedades. Entretanto, ainda há um longo caminho para acabar com a fome e reagir às imensas desigualdades históricas que existem entre os pequenos e grandes produtores", diz o relatório.
"O Brasil tem tido a tendência de concentrar seu investimento em agrobusiness, o que contribuiu para a concentração de terras nas mãos de um pequeno número de pessoas."
"O governo brasileiro (...) precisa evitar a promoção de biocombustíveis às custas da segurança alimentar, pois a expansão dos biocombustíveis está elevando o preço da terra e transformando plantações em combustível", diz o texto.
Prejuízo
O relatório da ActionAid também destaca que a fome causa um prejuízo anual de US$ 450 bilhões para os países mais pobres.
Segundo a ONG, dos 28 países emergentes analisados no relatório, apenas oito estão a caminho de conseguir cumprir, no prazo previsto, as metas de desenvolvimento do Milênio da ONU para a redução da fome. As metas preveem que, em relação aos níveis de 1990, os países diminuam pela metade o número de pessoas subnutridas e de crianças que estão abaixo do peso ideal até 2015.
"Lutar contra a fome agora vai custar dez vezes menos do que ignorar o problema. (Por causa da forme), todos os anos, a redução da produtividade dos trabalhadores, os problemas de saúde e a oportunidade perdida de buscar educação resultam num custo de bilhões para os países pobres", disse a presidente da ActionAid, Joanna Kerr.
Número de famintos crônicos cai pela 1ª vez em 15 anos, diz FAO
Fome crônica atinge 925 milhões pelo mundo, diz agência da ONU.
Organização cita melhora econômica e queda de preços de alimentos.
Do G1, com agências internacionais
O número de pessoas no mundo sofrendo de fome crônica passou de 1,02 bilhão em 2009 para 925 milhões em 2010, informou nesta terça-feira (14) a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Foi uma redução de 9,6%.
É a primeira vez em 15 anos que a cifra cai. No ano passado, a cifra havia atingido o pior número de quatro décadas.
O número de famintos no mundo vinha crescendo por mais de uma década, atingindo nível recorde em 2009 por conta da crise financeira internacional e da alta de preços dos alimentos em vários países em desenvolvimento.
chorando de fome em campo de refugiados
internos em Kibati, na República Democrática
do Congo. (Foto: AFP)


