segunda-feira, 11 de agosto de 2014


Neste segundo domingo do mês de agosto quando é celebrado o dias dos Pais, o padre Marcos André, pároco da Paroquia Divino Espírito Santo, Assim que terminou a missa, convidou todos os pais para a frente do altar.

O padre Marcos André no momento da bênção, juntamente com os fiéis estenderam a mão, a todos os pais que se fizeram, presente diante do altar.








Concurso 1625

Valor acumulado:

R$ 28.590.177,11

Números sorteados;


11-22-36-40-45-52









Faixa de premiação     Nº de ganhadores     Valor do Prêmio (R$)

Sena                            0                                     0,00

Quina                           77                               38.667,21

Quadra                     6.419                                 662,62

domingo, 3 de agosto de 2014


O show foi realizado neste sábado(03) na lanchonete BUTIKIMMR

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014




A Copel lançou em Bom Sucesso o Bel Fibra, programa da empresa paranaense para levar internet de alta qualidade a municípios do Paraná. Nas pequenas cidades a Copel vai disponibilizar internet banda extra larga por meio do programa Social Paraná Conectado, oferendo um mega de velocidade por R$ 29,90 por mês.

"A Copel é a única empresa do Paraná que leva a fibra ótica até a casa do cliente, o que  garante sinal de alta qualidade e estabilidade", explica a assistente de Marketing da Copel Telecom, Lighia Fernandes, que esteve no posto de atendimento para promover o lançamento. O Bel Fibra ainda tem opções de internet entre 20 e 100 mega.



Resultado da safra 2013/14 nas usinas Madhu e Revati agrava histórico de perdas nas duas unidades pertencentes ao grupo indiano em São Paulo



Fonte: novaCana.com

Os prejuízos das usinas da Renuka no Brasil

A Renuka do Brasil, da gigante indiana Shree Renuka Sugars, informou nesta quarta-feira (30) um prejuízo de R$ 306,8 milhões durante o exercício encerrado em 31 de março, data de final da safra 2013/14. O resultado engloba as usinas Madhu e Revati, no estado de São Paulo.


O prejuízo atual agrava em 9% a perda anterior de R$ 281,4 milhões, registrada na safra 2012/13. Além disso, os resultados vêm se agravando ao longo das últimas quatros safras, período em que companhia somente operou no vermelho.


As perdas subsequentes e o endividamento bancário de R$ 1,465 bilhão (ante R$ 1,505 bilhões no ciclo anterior) levaram a sucroalcooleira a buscar assessoria financeira e jurídica para renegociar as dívidas. Conforme apurado pelo Valor Econômico, foi contratada pela Renuka a assessoria da Galeazzi & Associados e os advogados Joel Thomaz Bastos e Ricardo Sanches, do escritório Dias Carneiro.


Os representantes devem negociar com os principais bancos credores da companhia - que incluem Bradesco, Santander, Votorantim, Banco do Brasil e Itaú - os termos de um novo acordo esperado para os próximos 30 dias.


Ainda conforme o Valor, esta será a terceira renegociação da Renuka do Brasil desde que a companhia indiana adquiriu o controle do negócio, em meados de 2009, do grupo Equipav.


Na safra foram processadas 8,9 milhões de toneladas de cana, um incremento de produção de 22% sobre a safra anterior, quando processou 7,3 milhões de toneladas. A produção ofereceu um faturamento líquido de R$ 1,05 bilhões, valor 20,3% maior que o do ciclo anterior. Já o custo dos produtos vendidos teve aumento de 16,8%, para R$ 977,9 milhões.


Com produção de álcool, açúcar, energia elétrica e levedura seca, as unidades situadas em Promissão (Madhu) e em Brejo Alegre (Revati) possuem capacidade conjunta para processar 10,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra.


Para a safra 2014/15 projeção do grupo era elevar a moagem para 10,5 milhões de toneladas nas duas usinas paulistas, mas com a forte estiagem é possível que a companhia repita a moagem de 8,9 milhões de toneladas ou mesmo reduza o processamento até 8,5 milhões de toneladas, segundo o Valor.


No balanço a Renuka do Brasil ainda informou que "tem inovado em diversas formas de reduzir suas necessidades gerais de caixa no negócio. Nesse sentido, a companhia continua trabalhando em conjunto com fornecedores de cana interessados no plantio, para que se tornem fornecedores de cana da companhia". Com este projeto, a sucroalcooleira quer reduzir o investimento no plantio e também os efeitos dos riscos climáticos.


Em fevereiro deste ano a indiana negociou a venda de parte de 5% do grupo no Brasil para a trading de Cingapura, Wilmar Internacional. A operação permitiria uma injeção de US$ 200 milhões na companhia.


O grupo indiano possui quatro usinas no Brasil, além das duas unidades de São Paulo sob a administração da Renuka do Brasil, e as outras duas, no Paraná, são controladas pela Renuka Vale do Ivaí.


novaCana.com

Com informações adicionais do Valor Econômico



Vera Lúcia enviou 600 gramas das cinzas do rapaz para a Suíça

Fonte: Globo .com

Mãe transforma cinzas do filho em diamante (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/TV Globo)Mãe transforma cinzas do filho em diamante (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/TV Globo)

A mãe Vera Lúcia viveu uma tragédia familiar. O filho, de apenas 21 anos, morreu, há dois anos,  em um acidente brutal de bicicleta. Essa história seria igual a de muitas outras famílias, se não fosse por um detalhe: a mãe, que doou todos os órgãos do rapaz e optou pela cremação do corpo, decidiu transformar as cinzas do filho em diamante. Quando ela descobriu que este procedimento é possível, ela enviou 600g das cinzas para uma empresa na Suíça.

"Pensei em fazer um pingente, mas não tive nem coragem de fazer.  Fiquei com medo. Ele fica no meu criado-mudo e agora que estou pensando em colocar. Porque ele é mais do que uma joia. Não é uma joia que possa ser reposta. Então eu tenho medo de perder", contou Lúcia que mostrou a preciosidade para Fátima.

A pedra preciosa ajudou Vera a se recuperar de uma perda tão dolorosa. "Ajudou bastante na recuperação, porque você sabe que é um pedacinho dele que está aqui. Mas o que ajuda mesmo é a fé. Deus dá alguns sinais que a gente até acha que não existem, mas são evidentes".

Vera Lúcia e o filho Miguel (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/TV Globo)Vera Lúcia e o filho Miguel (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/TV Globo)

A mãe também mostrou uma superação e força invejável. "Uma perda como essa nunca vai passar, mas a gente tem que seguir em frente. Eu tenho outros dois filhos. Eu tinha muito medo da morte porque tenho meus dois pais vivos, mas de repente meu filho que foi. Então isso me trouxe força para encarrar a vida diferente", finalizou.


Brasília


Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante


internet

A dificuldade de apresentar, na web, os números de forma didática e de cumprir as exigências da lei comprometem a transparência do orçamentoArquivo/Agência Brasil


Apesar de ser um dos países mais avançados na legislação de transparência e na divulgação de dados de orçamentos públicos, o Brasil peca na qualidade das informações fornecidas. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e pelo Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo (Gpopai-USP), a dificuldade de apresentar os números de forma didática e de cumprir as exigências da lei comprometem a transparência do orçamento, tanto na esfera federal quanto em nível local.


O levantamento pesquisou os sites de divulgação orçamentária das 27 capitais e duas páginas do governo federal: o Siga Brasil, elaborado pelo Senado, e o Portal da Transparência, da Controladoria-Geral da União (CGU). De acordo com o estudo, nenhuma página cumpriu os oito critérios de transparência estabelecidos internacionalmente.


O único quesito respeitado por todos os sites foi a não discriminação dos dados, que permite o livre acesso às estatísticas. No entanto, embora qualquer cidadão possa entrar nas páginas, a pesquisadora Carmela Zigoni, do Inesc, diz que a informação é difícil de ser compreendida. “Até especialistas que entram nesses portais com frequência reclamam que os dados são difíceis de decodificar. Imagine o cidadão comum.”

Saiba Mais


Brasil está atrasado na transparência para melhoria do ambiente de negócio

Falta de transparência e burocracia emperram competitividade de empresas


As páginas mais bem avaliadas foram as das prefeituras do Rio de Janeiro, de João Pessoa e de São Luís, com nota 6 numa escala de 0 a 10. Em segundo lugar, ficaram o Portal da Transparência, o Siga Brasil e o site da prefeitura de Teresina, com nota 5. A página da prefeitura de Manaus ficou em último lugar, com nota 1.


Os critérios internacionais de transparência analisados foram: dados completos (receitas e despesas), primários (publicação dos 15 campos de informação sobre receitas e despesas exigidos por um decreto federal de 2010), atuais (com a última informação do dia útil anterior à consulta), acessível (com recursos para deficientes visuais) e processáveis (com tabelas em formatos que permitem retrabalhar os dados).


A pesquisa também avaliou se as informações cumprem critérios não discriminatórios (acessível a qualquer usuário), não proprietários (apresenta formatos de arquivos não vinculados a empresas privadas) e têm licença livre (verificação de licença de uso dos dados e se elas previam alguma restrição). O cumprimento de cada exigência garantiu um ponto, exceto no caso dos dados processáveis, com até três pontos possíveis.


De acordo com o levantamento, nenhuma página esclarece se os dados têm livre licença de uso nem cumpre os requisitos de dados primários. Na maior parte dos casos, faltam informações sobre a etapa de lançamento das receitas, que antecede a arrecadação. No caso das despesas, nenhum site publica todos os campos exigidos pela legislação.


Quem mais se aproxima é o Portal da Transparência, que deixa de publicar apenas os dados de liquidação dos gastos, quando o agente público verifica se o serviço foi executado e os bens foram comprados antes de desembolsar o dinheiro. O site Siga Brasil, vinculado ao Senado, nem sempre divulga a natureza das despesas (custeio, investimento ou pessoal) e não informa o tipo de licitação, o número do processo e o beneficiário dos gastos públicos.


Apesar das limitações dos sites, a pesquisadora do Inesc diz que o Brasil coleciona avanços, como uma legislação moderna sobre o tema. “A Lei de Acesso à Informação e o decreto de 2010 contemplam os oito critérios internacionais de transparência pública”, ressalta. Ela também cita o fato de as páginas de duas capitais de estados do Nordeste estarem entre as mais bem avaliadas: “A gestão de qualidade, na verdade, está vinculada à vontade política, não à região do país”.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Paulo Alves
por Paulo Alves
Para o TechTudo
As redes sociais podem ter acesso bloqueado em certo computador, mas há como driblar esse impedimento com uma velha dica que se mantém dando certo para muitos. Para navegar no Facebook sem que ninguém perceba (principalmente o chefe), confira a seguir um tutorial que ensina como usar a rede com o Excell Book, um programa que imita um popular software de escritório – o Microsoft Excel.
'Vírus do happy hour' simula erro no PC para liberar funcionário mais cedo

Facebook com visual de planilha do Excel pode ser a solução (Foto: Reprodução/Pond5)

Passo 1. Baixe o Excell Book no TechTudo Downloads para Mac ou Windows. Para usá-lo, é necessário ter o Adobe AIR instalado no computador;
Passo 2. Abra o menu “File” e clique em “Log in” para acessar a sua conta do Facebook;
Faça o login (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Faça o login (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 3. Insira os seus dados para logar;
Insira e-mail e senha (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Insira e-mail e senha (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 4. Conceda permissão para o Excell Book, descrito no Facebook pelo nome sugestivo “Be Stupid at Work”, obter dados do seu feed. Talvez seja necessário fechar e abrir novamente o programa;
Conceda as permissões (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Conceda as permissões (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 5. Visualize o conteúdo organizado em colunas. Em cada uma delas, os posts do feed são separados em células com texto descritivo e link na coluna “Produto”; botões de curtir ou comentar na coluna “Cliente”; hora e autor na coluna “Quantidade”.
ATENÇÃO: Links para sites ou fotos são clicáveis, mas levam para o endereço usual do Facebook no navegador;
Conteúdo fica separado por colunas na planilha falsa (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Conteúdo fica separado por colunas na planilha falsa (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 6. Publique na sua linha do tempo no campo principal “fx” e pressione "Enter" para enviar.
Na barra de funções, os únicos botões utilizáveis são os três primeiros em azul, à esquerda. Os dois primeiros trocam a visualização do feed para a página do perfil e o terceiro, em forma de balão, abre o chat do Facebook – essa função, porém, pode apresentar falha;
Também é possível publicar na sua linha do tempo (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Também é possível publicar na sua linha do tempo (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 7. Para desconectar, basta acessar “File” novamente e clicar em “Log out”.
Clique em Log out para desconectar (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Ministério da Justiça afirma que operadora violou direitos dos consumidores.

Segundo a pasta, empresa vendeu perfil de comportamento na internet.


Do G1, em São Paulo

A Oi foi multada pelo Ministério da Justiça em R$ 3,5 milhões por ter infringido normas de defesa do consumidor ao monitorar o comportamento de clientes na internet e vender essas informações a anunciantes, agências de publicidade e portais na web. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (23) no “Diário Oficial da União”.


As investigações da conduta da operada foram feitas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) da Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao MJ. A pasta constatou que o Velox, serviço de banda larga da Oi, violou os direitos de informação e de privacidade do consumidor, além fazer publicidade enganosa.


A apuração começou após o DPDC ter sido foi informado que a Oi fez uma parceria com a Phorm, que criou o software Navegador. O programa é usado rastrear os passos do consumidor na internet. A Oi afirma que não usa a ferramenta desde março de 2013, quando encerrou o teste do produto junto "a um grupo de clientes convidados". A empresa informa ainda ter "convicção de que não houve qualquer infração ao direito do consumidor" e deve recorrer.


O DPDC informa que os dados dos clientes são utilizados para compor um perfil detalhado de cada cliente. Esses dossiês são vendidos a outras empresas que queiram enviar anúncios a essas pessoas com base na forma como agem na rede.


Segundo o DPDC, a empresa não informou que a ferramenta fazia esse mapeamento, as consequências à privacidade de seus clientes e que venderia informações de seus consumidores a terceiros sem autorização.


De acordo com o MJ, a empresa violou também os princípios do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) da neutralidade da rede (a não discriminação de pacotes na internet) e o da padronização e interoperabilidade. Isso porque o software Navegador redireciona o tráfego de rede, além de filtrar dados do consumidor.


Para chegar ao valor de R$ 3,5 milhões à TNL PCS S/A (Oi), o DPDC considerou a vantagem financeira obtida com a violação aos consumidores, o porte da companhia e o nível da conduta irregular. O valor da multa será depositado no Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), que reverte seus recursos em ações para defesa dos consumidores e defesa do meio ambiente e patrimônio público.


Veja nota completa da Oi:


A companhia informa que não usa a ferramenta da Phorm, questionada no processo citado,  e esclarece que desde março de 2013 foram encerradas todas as iniciativas operacionais desta ferramenta junto à Oi, que teve seu uso restrito a um grupo de clientes convidados para testar o produto. A companhia acrescenta ainda que a Phorm encerrou suas atividades no Brasil, conforme publicado em seu relatório anual de 2013. A Oi reafirma sua convicção de que não houve qualquer infração ao direito do consumidor e, apesar de não ter tido ainda acesso à fundamentação da decisão,  considera que tem fortes elementos para recorrer.


"Engraçado o comportamento deste ano... apenas no norte do Paraná vimos um padrão semelhante ao de São Paulo, no resto do Estado teve chuva e algumas usinas podem ter produtividades melhores"



Fonte: Reuters


Áreas do Paraná e Mato Grosso do Sul beneficiadas por chuvas recentes poderão compensar parte da quebra de safra de cana 2014/15 nos grandes Estados produtores afetados pela estiagem no centro-sul do Brasil, maior produtor global de açúcar, disseram associações locais.


Os Estados do Paraná e Mato Grosso do Sul são, respectivamente, quarto e quinto maiores produtores do centro-sul, com safras somadas de quase 100 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o equivalente a cerca de um sexto da produção do centro-sul.


Com um padrão de chuvas recentes mais regular após a severa seca que atingiu praticamente todas as áreas produtoras no início do ano, o crescimento na produção desses Estados compensará, por exemplo, a queda de pouco mais de 5,5 milhões de toneladas esperada para São Paulo, de longe o maior produtor do centro-sul, com moagem de mais de 350 milhões de toneladas.


"Engraçado o comportamento deste ano... apenas no norte do Paraná vimos um padrão semelhante ao de São Paulo, no resto do Estado teve chuva e algumas usinas podem ter produtividades melhores", disse o presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná (Alcopar), Miguel Tranin.


Em Mato Grosso do Sul também foram registradas boas chuvas após a seca atípica do começo do ano, que ajudaram a recuperar parte dos canaviais, e a safra deve crescer 6 por cento, para 44,3 milhões de toneladas, segundo a associação dos produtores sul-mato-grossenses (Biosul).


Somadas as previsões das associações dos dois Estados, o aumento da oferta em 14/15 pode chegar a cerca de 4 milhões de toneladas, um volume ainda conservador em comparação com o número da Conab, de crescimento de 12 milhões de toneladas.


O Mato Grosso do Sul ainda registra um crescimento importante de área plantada, de quase 10 por cento, segundo a Conab, em meio a uma recuperação de produtividade após o Estado ser atingido por geadas em 2013, que afetaram uma área de 100 mil hectares.


"São usinas novas no Estado, então teve aumento de área para ter mais cana disponível", disse o diretor técnico da Biosul, Paulo Aurélio, ressaltando que a cana colhida a partir de agora pode apresentar melhores produtividades, uma vez que sentiu menor efeito das geadas do ano passado.


A seca atípica no começo do ano no centro-sul, que responde por mais de 90 por cento da safra nacional, afetou o desenvolvimento das plantas e levou analistas e consultorias a reduzirem suas estimativas para a produção de açúcar, com impacto nos preços dos contratos futuros em Nova York .


Além de São Paulo, Goiás e Minas Gerais (segundo e terceiro produtores de cana) também sofreram fortemente com a seca, e não tiveram o mesmo padrão climático benéfico de Mato Grosso do Sul e Paraná após severa estiagem em plena estação chuvosa.


Nesse contexto, a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) estimou em abril a moagem de cana do centro-sul em 2014/15 (abril/março) em 580 milhões de toneladas, recuo de quase 3 por ante a temporada passada.


Procurada, a Unica não se manifestou sobre o assunto.


O meteorologista Celso Oliveira, da Somar, explicou que Paraná e Mato Grosso do Sul receberam chuvas entre a segunda quinzena de maio e junho, enquanto São Paulo teve um tempo mais seco, com algumas das áreas produtoras do Paraná tendo volumes acima da média.


A partir de agora, os representantes dos dois Estados disseram que a preocupação é acompanhar o clima, já que a eventual ocorrência de geadas pode afetar a produção.


Oliveira, da Somar, ponderou que por ora não se tem a perspectiva de geadas em áreas produtoras, mas o assunto ficará no radar dos produtores.


Fabíola Gomes